Pudores contidos, agressividade e liberdade.

Bytes, palavras e imagens que, necessariamente, não tem que ser plauzíveis de explicação.

quinta-feira, maio 11, 2006

Não financio, não consumo, não compactuo com o sofrimento dos animais.



Odeio rodeio e sinto um certo nojo
Quando um sertanejo começa a tocar
Eu sei que é preconceito, mas ninguém é perfeito
Me deixem desabafar


A calça apertada, a loura suada, aquele poeirão
A dupla cantando e um louco gritando “segura peão”
Me tira a calma, me fere a alma, me corta o coração

Se é luxo ou é lixo, quem sabe é bicho que sofre o esporão


É bom pro mercado de disco e de gato, laranja e trator
Mas quem corta a cana não pega na grana, não vê nem a cor
Respeito Barretos, Franca, Rio Preto e todo o interior
Mas não sou texano, a ninguém engano, não me engane, amor


Odeio Rodeio
Chico César

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Concordo plenamente, é uma maldade com os bois

9:29 p.m.  

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